Cresci num mundo sem Internet. Sem esse distanciamento que ela permite. Um sujeito como esse, se tivesse a petulância de abordar uma mulher sem o devido respeito, conheceria por parte dos irmãos, pai, tios e amigos dela, a violência real, verdadeira e "marcante" que ele sugere. Não ganharia likes não; ganharia marcas indeléveis no corpo e na memória...
Cliente e fã do Schweitzer aqui, mas mais importante, pai de uma filha e um filho.
Preocupado com essa situação e por ser de TI, fundei a Infantia.Online, startup com um app que analisa com IA o conteúdo consumido pelas crianças e avisa aos pais a temática do conteúdo consumido. Não bloqueamos nada, acreditamos que os pais precisam saber o que seus filhos consomem na internet para que possam educá-los melhor.
Estamos em fase final de testes, quem tiver filho entre 7 e 16 anos com dispositivo android e quiser contribuir com o projeto testando a ferramenta, manda email para ricardo.busato@infantia.online ou direct no instagram @infantia.online.
Por ser uma ferramenta de IA precisamos de volume de dados para melhorar nosso modelo.
Excelente texto, triste assunto. Crônica tão curta quanto possível, mas difícil competir com 15 segundos! Meus filhos hoje estão na faixa dos 30 anos. Tiveram celular a partir dos 13 anos e, naquela época foi difícil, mas eu morava numa cidade bem pequena. Hoje seria impossível.
Parabéns, Ricardo. Inclusive pela diversidade de assuntos!
Tenho o mesmo sentimento, minha vontade é de levar meu menino pra outro país. Já peguei mensagens subliminares de misoginia em vídeos no YouTube direcionados para a faixa etária dele, 10 anos!!! É desesperador 😭
Ótimo texto, Ricardo, sou pai de um adolescente e sei bem como essa competição com as redes é desigual. Quanto às redes sociais, tenho uma convicção não muito popular nesses dias em que todo mundo parece conectado o tempo todo: as big techs como a Meta jamais aceitarão regulação, são as empresas mais poderosas da história e as mais ricas também. Nesse ponto partilho da visão da Shoshana Zuboff, de que essas redes deveriam ser banidas, sem exceção. Sei que não seria uma solução definitiva mas ajudaria bastante. Grande abraço e parabéns pelos ótimos textos!
Cresci num mundo sem Internet. Sem esse distanciamento que ela permite. Um sujeito como esse, se tivesse a petulância de abordar uma mulher sem o devido respeito, conheceria por parte dos irmãos, pai, tios e amigos dela, a violência real, verdadeira e "marcante" que ele sugere. Não ganharia likes não; ganharia marcas indeléveis no corpo e na memória...
Concordo com você. O desafio é como resolver isso ? Qual a solução ?
Se eu tivesse a solução, meu amigo.......
Cliente e fã do Schweitzer aqui, mas mais importante, pai de uma filha e um filho.
Preocupado com essa situação e por ser de TI, fundei a Infantia.Online, startup com um app que analisa com IA o conteúdo consumido pelas crianças e avisa aos pais a temática do conteúdo consumido. Não bloqueamos nada, acreditamos que os pais precisam saber o que seus filhos consomem na internet para que possam educá-los melhor.
Estamos em fase final de testes, quem tiver filho entre 7 e 16 anos com dispositivo android e quiser contribuir com o projeto testando a ferramenta, manda email para ricardo.busato@infantia.online ou direct no instagram @infantia.online.
Por ser uma ferramenta de IA precisamos de volume de dados para melhorar nosso modelo.
Excelente texto, triste assunto. Crônica tão curta quanto possível, mas difícil competir com 15 segundos! Meus filhos hoje estão na faixa dos 30 anos. Tiveram celular a partir dos 13 anos e, naquela época foi difícil, mas eu morava numa cidade bem pequena. Hoje seria impossível.
Parabéns, Ricardo. Inclusive pela diversidade de assuntos!
O coração fica apertado com tal realidade, penso e sofro como avó de menina 💔
Que Jesus proteja e livre do mal !!
Muito obrigada por esse texto Ricardo. Dura e importante reflexão, ainda mais vindo de um pai de meninos!
Tenho o mesmo sentimento, minha vontade é de levar meu menino pra outro país. Já peguei mensagens subliminares de misoginia em vídeos no YouTube direcionados para a faixa etária dele, 10 anos!!! É desesperador 😭
Ótimo texto, Ricardo, sou pai de um adolescente e sei bem como essa competição com as redes é desigual. Quanto às redes sociais, tenho uma convicção não muito popular nesses dias em que todo mundo parece conectado o tempo todo: as big techs como a Meta jamais aceitarão regulação, são as empresas mais poderosas da história e as mais ricas também. Nesse ponto partilho da visão da Shoshana Zuboff, de que essas redes deveriam ser banidas, sem exceção. Sei que não seria uma solução definitiva mas ajudaria bastante. Grande abraço e parabéns pelos ótimos textos!
Muito bom! Ricardo acredito que temos que discutir estes assuntos, mesmo não tendo filhos, creio que políticas para redes sociais serão inevitáveis.
Sem palavras, mas agradecida por você expor o assunto com tanta lucidez.