Genial! Eu também penso assim: outro dia eu disse para minhas filhas que uma hora continua tendo 60 minutos, em um Rolex ou em um relógio Casio de plástico, o que realmente importa é como você usa esses 60 minutos, não o valor do instrumento que mede a passagem do tempo.
Que sacada fenomenal. Tenho amigos que nasceram em berço de ouro e não ostentam e tem uma vida normal. Já outros conseguiram algumas coisas e vivem ostentando gastando tudo que ganham, vivendo num precipício financeiro que a qualquer momento podem cair.
Minha carreira me permitiu conhecer muito fundador e alto executivo de empresa. Muitas das pessoas por trás das maiores do Brasil. Digo tranquilamente que vivem vidas muito menos instagramaveis do que a média dos "novos ricos" que estão nas redes sociais.
IRRETOCÁVEL. Maravilhoso seu texto e bem real. Não a toa somos sócios em tudo isto. Longa vida à RS, longa vida à GAROA Wealth e a montanha de coisas legais que podemos ensinar as pessoas. Elas podem gostar ou não .. mas não deixam de ser beeem legais. : )
Acho que a parte que as pessoas mais tem problema em entender é a parte DO DINHEIRO TRABALHAR PARA VC. Algo que num país com 15% de juros ao ano é bem fácil, mas de difícil entendimento. E também muito bem explicado no maravilhoso livro PAI RICO, PAI POBRE -- que todos deviam ler. Robert Kyosak sabe exatamente o que fez.
Terminei de ler ha umas 2 semanas. Divertidinho (inho mesmo), poderia ser muito mais ácido, bem escrito, profundo e com insights sobre esta vida muito mais legais. ME pareceu que ele não quis perder o acesso tão duramente conquistado à classe que analisou. Afinal, ele nunca pertenceu a ela e por isto, pode a qq momento perder o ticket que lhe valeu o livro.
Frequentemente a patroa precisa intervir por aqui. Caso contrário, bermuda, chinelo e camiseta seriam utilizados em situações impróprias, segundo a convenção social.
Fora o fato de que ando em um jipe velho por puro prazer, e não trocaria nem a pau por um BYD zero km.
Excelente, mais uma vez! Em resumo, quem é rico, poupa e investe; quem não é, finge que é, ostenta e gasta! Não sei do seu carro, mas o meu talvez seja preciso trocar - um Siena 2014 ... kkk Gosto muito dos seus textos! Parabéns!
Concordo que existe uma demanda psicológica de se diferenciar e se mostrar, ligada à identidade e ao status. O capitalismo amplifica essa tendência ao estimular:
• acúmulo de capital
• mérito individual
• consumo como símbolo de sucesso
• rivalidade competitiva
Ou seja, ele alimenta a construção psíquica de que você precisa do capital para se diferenciar do outro. Diferentemente do socialismo planejado, o capitalismo não obriga o contribuinte a pagar a conta de forma coercitiva, mas cria um ambiente onde o valor individual é medido pelo quanto você possui ou produz. Isso molda comportamentos e incentivos, reforçando o individualismo.
Por outro lado, sistemas socialistas que enfatizam o coletivismo procuram reduzir esse apelo consciente de se destacar apenas pelo que se possui, valorizando construção social e humana. O ideal não é abolir o mérito ou a propriedade, mas equilibrar liberdade individual com responsabilidade coletiva e pluralismo social.
Exemplos de sistemas híbridos, como Suécia, Noruega, Dinamarca e até casos de China contemporânea, mostram que é possível combinar:
• incentivos econômicos
• propriedade privada
• políticas redistributivas
• mecanismos que reduzem desigualdades extremas
Em contraste, um capitalismo puro, sem contrapesos, tende a gerar sociedades individualistas, em que a crença de “basta trabalhar que você vai alcançar” é internalizada, mas muitas vezes falha na prática devido à desigualdade estrutural e à ausência de percepção pluralismo social individual, ou seja quando o indivíduo não conquista, culpamos o indivíduo e nunca o sistema que ele está inserido
Parabéns pelo conteúdo, fenomenal! Já assino o seu conteúdo dividendos e FII, só reforça o quão rico é seu conhecimento e quanto nos ajuda na tomada de decisão. Comprei com sua recomendação a ODPV3 e dei mais sorte que juízo, mas já deu um ótimo retorno. Continue assim, nos inspirando a ser melhores pessoas e investidores também
Genial! Eu também penso assim: outro dia eu disse para minhas filhas que uma hora continua tendo 60 minutos, em um Rolex ou em um relógio Casio de plástico, o que realmente importa é como você usa esses 60 minutos, não o valor do instrumento que mede a passagem do tempo.
Que sacada fenomenal. Tenho amigos que nasceram em berço de ouro e não ostentam e tem uma vida normal. Já outros conseguiram algumas coisas e vivem ostentando gastando tudo que ganham, vivendo num precipício financeiro que a qualquer momento podem cair.
Minha carreira me permitiu conhecer muito fundador e alto executivo de empresa. Muitas das pessoas por trás das maiores do Brasil. Digo tranquilamente que vivem vidas muito menos instagramaveis do que a média dos "novos ricos" que estão nas redes sociais.
IRRETOCÁVEL. Maravilhoso seu texto e bem real. Não a toa somos sócios em tudo isto. Longa vida à RS, longa vida à GAROA Wealth e a montanha de coisas legais que podemos ensinar as pessoas. Elas podem gostar ou não .. mas não deixam de ser beeem legais. : )
Acho que a parte que as pessoas mais tem problema em entender é a parte DO DINHEIRO TRABALHAR PARA VC. Algo que num país com 15% de juros ao ano é bem fácil, mas de difícil entendimento. E também muito bem explicado no maravilhoso livro PAI RICO, PAI POBRE -- que todos deviam ler. Robert Kyosak sabe exatamente o que fez.
Tudo que eu já esperava de você, Ricardo, uma pessoa diferenciada ...
Topíssimo, deveria estar na cartilha do primeiro grau.
Que texto fantástico, Ricardo! Obrigado por compartilhar.
Muito bom!
A porta de 6 metros é fundamental!...rs
E o arquiteto da turma é o mesmo: copy/paste!...
Esse seu texto lembra muito e complementa bem o livro do Michel Alcoforado, "Coisa de Rico".
O consumo conspícuo é um vício que, como vc bem disse, torna-se uma maratona sem linha de chegada. Deve cansar!
Eu ainda não li o livro do Alcoforado. Ainda.
Terminei de ler ha umas 2 semanas. Divertidinho (inho mesmo), poderia ser muito mais ácido, bem escrito, profundo e com insights sobre esta vida muito mais legais. ME pareceu que ele não quis perder o acesso tão duramente conquistado à classe que analisou. Afinal, ele nunca pertenceu a ela e por isto, pode a qq momento perder o ticket que lhe valeu o livro.
razoável.
Identificação total!
Frequentemente a patroa precisa intervir por aqui. Caso contrário, bermuda, chinelo e camiseta seriam utilizados em situações impróprias, segundo a convenção social.
Fora o fato de que ando em um jipe velho por puro prazer, e não trocaria nem a pau por um BYD zero km.
Mais um excelente artigo!!! Parabéns, Ricardo!!!
Graças à excelente educação que meus pais me deram, penso da mesma forma.
Viajem é conhecimento, investimento em nós mesmo. Não vejo como forma de querer se mostrar.
Depende do quanto você aproveita a viagem versus posta foto no Instagram
Excelente, mais uma vez! Em resumo, quem é rico, poupa e investe; quem não é, finge que é, ostenta e gasta! Não sei do seu carro, mas o meu talvez seja preciso trocar - um Siena 2014 ... kkk Gosto muito dos seus textos! Parabéns!
Texto muito bom.
Concordo que existe uma demanda psicológica de se diferenciar e se mostrar, ligada à identidade e ao status. O capitalismo amplifica essa tendência ao estimular:
• acúmulo de capital
• mérito individual
• consumo como símbolo de sucesso
• rivalidade competitiva
Ou seja, ele alimenta a construção psíquica de que você precisa do capital para se diferenciar do outro. Diferentemente do socialismo planejado, o capitalismo não obriga o contribuinte a pagar a conta de forma coercitiva, mas cria um ambiente onde o valor individual é medido pelo quanto você possui ou produz. Isso molda comportamentos e incentivos, reforçando o individualismo.
Por outro lado, sistemas socialistas que enfatizam o coletivismo procuram reduzir esse apelo consciente de se destacar apenas pelo que se possui, valorizando construção social e humana. O ideal não é abolir o mérito ou a propriedade, mas equilibrar liberdade individual com responsabilidade coletiva e pluralismo social.
Exemplos de sistemas híbridos, como Suécia, Noruega, Dinamarca e até casos de China contemporânea, mostram que é possível combinar:
• incentivos econômicos
• propriedade privada
• políticas redistributivas
• mecanismos que reduzem desigualdades extremas
Em contraste, um capitalismo puro, sem contrapesos, tende a gerar sociedades individualistas, em que a crença de “basta trabalhar que você vai alcançar” é internalizada, mas muitas vezes falha na prática devido à desigualdade estrutural e à ausência de percepção pluralismo social individual, ou seja quando o indivíduo não conquista, culpamos o indivíduo e nunca o sistema que ele está inserido
Parabéns pelo conteúdo, fenomenal! Já assino o seu conteúdo dividendos e FII, só reforça o quão rico é seu conhecimento e quanto nos ajuda na tomada de decisão. Comprei com sua recomendação a ODPV3 e dei mais sorte que juízo, mas já deu um ótimo retorno. Continue assim, nos inspirando a ser melhores pessoas e investidores também