Excelente reflexão para o momento. Entendo que o voto distrital puro seria a melhor alternativa. Alguns partidos propõem um distrital misto meio estranho, para que não percam a boquinha do quociente totalmente. Se for para ter distrital misto, que seja como na Alemanha, que é unicameral (quem vai querer acabar com a porcaria do Senado?).
Agradeço pelo artigo!! Me esclareceu esse misterio da composição dos votos...foram 28 eleitos por si mesmos num conjunto de 513 em 2022!? Impressionante
O mais interessante disso tudo, deputados comandam o país mais que o presidente e não sabemos o plano de governo de nenhum deles. Não há debates, não há tempo suficiente para propaganda eleitoral. Quem define os rumos do país pelos conchavos são completos desconhecidos e o país continua se matando entre direta, esquerda, cima e baixo, como se o presidente interferisse em algo. Ótimo texto como sempre!
Excelente reflexão para o momento. Entendo que o voto distrital puro seria a melhor alternativa. Alguns partidos propõem um distrital misto meio estranho, para que não percam a boquinha do quociente totalmente. Se for para ter distrital misto, que seja como na Alemanha, que é unicameral (quem vai querer acabar com a porcaria do Senado?).
Missão!
Por isso que é melhor votar no partido que mais está em linha com o que você defende e não diretamente em um ou outro deputado.
Excelente, porém desalentador. Obrigado, Ricardo, pelos textos sempre corajosos.
Agradeço pelo artigo!! Me esclareceu esse misterio da composição dos votos...foram 28 eleitos por si mesmos num conjunto de 513 em 2022!? Impressionante
Enquanto não alterarmos a lei eleitoral com esses coeficientes, vai continuar essa tragédia.
O mais interessante disso tudo, deputados comandam o país mais que o presidente e não sabemos o plano de governo de nenhum deles. Não há debates, não há tempo suficiente para propaganda eleitoral. Quem define os rumos do país pelos conchavos são completos desconhecidos e o país continua se matando entre direta, esquerda, cima e baixo, como se o presidente interferisse em algo. Ótimo texto como sempre!