Discussão sobre este post

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Avatar de Jacques Meir

Parece simples: mas quem está disposto a percorrer o caminho quando a chegada está na mão? Não quero ser rei da virtude alheia… sempre me encantei pelo caminho, pelo obstáculo, pela poeira e pela dor de cabeça real (de ficar debruçado sobre um problema até me causar espasmos), e ficar frustrado com a solução.

Mas as pessoas estão muito propensas a terceirizar o caminho e olhar a chegada e o desfecho como bússola eficiente. Não vou considerar quem faz isso um zumbi porque sempre há algum beco que atrai e leva de volta pro caminho. Mas está ficando chato ver exatamente o que você comenta no texto: todo mundo exibindo a mesma resposta, a mesma estética, a estetização da chegada como fruto de suor, quando foi, apenas a preguiça de ir além. E meu falecido irmão estudou latim e disse, há 39 anos, exatamente a mesma coisa sobre a estrutura, o encaixe e o sentido da língua. Obrigado pelo texto.

Avatar de Mario Alencar

"E aqui entra o óbvio ululante: se acesso ao conhecimento fosse a variável que importa, esta seria, disparado, a geração mais brilhante da história da humanidade. Nunca existiu nada remotamente parecido." Por favor, mate minha curiosidade, quais seriam as outras variáveis que importa?

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