17 Comentários
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Avatar de Heitor Siqueira

Parabéns, Ricardo! Pela coragem, pelo texto, pela abordagem! Passei para toda a família! rsrs

Boa Páscoa, com a família e em silêncio!

Avatar de Jéferson Araújo Sodré

Agradeço pelo texto e pela preocupação em ser preciso na descrição e análise. Como você citou um artigo de Princeton, gostaria de sugerir a leitura de um de Stanford (https://academic.oup.com/mbe/article/42/9/msaf189/8245036?login=false) que relaciona neurodiversidade e a pressão evolutiva. Ao fim, o que sinto é que falta uma preocupação com as evidências - tanto por parte de quem se delicia em rotular tudo como 'moda' como de quem utiliza um diagnóstico médico como justificativa para vender serviços como um (a) trambiqueiro (a) - tratamentos milagrosos para autistas e por aí vai.

Avatar de Leandro Rizzi

sou um entusiasta de plugs de ouvido. Moro numa cidade no interior gaúcho onde o barulho noturno na minha rua se resume a eventuais cães e as galinhas que iniciam a cantoria por volta das 4 da manhã. Mesmo num cenário desse só consigo atingir a tranquilidade para ingressar no sono utilizando os protetores auriculares. Confesso que gostei de ler que você também faz parte desse clube.

Ótimo texto.

Avatar de Francely Lara

Moro num condomínio no interior de MG (zona rural)...Não enfrento a poluição sonora da cidade porque estou distante uns 5km, mas temos muitos bichos tbm.(Uma gangue de siriemas maníacas kkkk).Durmo com aqueles tampões da 3M e descobri agora um pozinho pra dormir pesado (nao é remedio) pq a passarinhada acorda antes das 5h da matina.Ainda assim nao troco pelo caos de BH que me adoecia.

Avatar de Jacques Meir

Seus textos são necessários, honestos, crus, frios e intensos. Eu tinha uma impressão de que você teria algum tipo de condição. Era só impressão, sem qualquer tipo de fundamentação. Isso porque tenho uma namorada com TDAH, que foi diagnosticada há cerca de 7 anos. A convivência ensina, machuca e me deixa incomodado muitas vezes. Porque nossas normas criam vieses tamanhos que tornam difícil aceitar comportamentos distintos.

Mas esse aprendizado me fez olhar para minha própria inadequação. Também sinto a bateria social descarregar, também gosto do silêncio, mas gosto da música alta, do caos em volta. E falo comigo o tempo todo.

Isso tudo para dizer que eu entendo muito do que contou nesse texto maravilhoso. Mas não entendo tudo, porque minha mente funciona em uma rotação diferente. Quero estudar mais para compreender, aceitar e saber conviver melhor. Obrigado pelo texto

Avatar de Enor Paiano

O diagnóstico pode, sim, ser uma alívio

Avatar de Francely Lara

E vou te dizer que não apenas para autistas…o mundo anda barulhento demais.

Avatar de Paulo

Parabéns pelo texto.

Avatar de Diário do Pai

Só quem tem e vive sabe melhor do que qualquer outro, e só um outro mesmo não tendo mas tendo a sensibilidade pode compreender, baita texto parabéns!!!

Avatar de Paulo Hiroshi Shiratori

Existem coisas que não suporto, muitas das que VC se referiu, fazem parte da minha ojeriza. Tem mais... automóveis com som alto, motos com escapamento aberto, alarmes que disparam, até mesmo as ambulâncias com as sirenes no volume máximo..... Bom saber que existem pessoas que também não suportam esse nível de "socialização"...

Avatar de Debfar

Parabéns pelo texto! Obrigada por compartilhar!

Avatar de Pedro Saboia

Ricardo, obrigado pelo texto corajoso, necessário e catártico. Você não está sozinho.

boa páscoa!

Avatar de Cláudio Galassi

Obrigado por compartilhar conosco a sua experiência. Muitos de nós também têm algum grau do que eu chamo de "disfunção social". Aprendi a conviver com isso.

Avatar de luis fernando oliveira

O mero esclarecimento das razões foi uma libertação. Ajudara muito

Avatar de Daniel

Parabéns Ricardo. Baita texto sincero e corajoso.

Avatar de Gerion Dahlke

Passar 40 anos nessa peleia não deve ter sido fácil.

Mesmo sem saber, a sua família e educação devem ter lhe ajudado . Boa Páscoa 🙏

Avatar de Elis Mendonça

Obrigada por compartilhar sua história , Ricardo. Como mãe de um autista de 32 anos vivi tudo isso com ele, que foi diagnosticado desde os 8 anos, foi super importante para ele e para todos nós como família, apesar de não alterar o comportamento, o diagnóstico é imprescindível para tratamento, respeito, e todas as adequações necessárias !!

Abraço